19.10.10

Efeito dominó

Cantam as almas nas alturas

No brilho de quem foge da vida

Seguram-se pela vozes do tempo

Tempo que parte sem saida

Depois foge o vento

Capaz de levantar telhados

Onde se esconde amordaçado

O Homem de uma vida

Vida de infernos e agonias

Dos tempos de criança

Lá longe uma cotovia

Cruza o céu em rodopio

Tentando uma presa

E cala o seu pio

6 comentários:

Lily disse...

Fred,

Fez este texto lindo para mim? Brincadeira... só vim aqui responder ao teu comentário saído do forno, quentinho ainda, estou aqui on line. Vim dizer que me espere, porque voltarei.

Mas... o teu texto serviu para mim. Bonito mesmo! Você escreve bem, eu ainda não havia lido algo deste porte.


Beijos para você, moço dos ótimos comentários.

Suzana

Leila Cristina disse...

Uma coisa leva a outra e no final todo mundo morre.

Priscilla Marfori... disse...

Oi Fred, me perguntou se sou modelo, não sou não querido, nem pensava nisso, mas fiz umas fotos e mandei! Sabe-se lá agora o que vai ser... De qualquer forma, sendo ou não modelo, adoro fotos!
Bom, gosto muito de vir aqui Lê-lo, me faz bem! Voltarei mais vezes. :-)
Volte aos meus cantinhos também...
B-Jos.

Karlinha Ferreira disse...

Adorei o texto...
O homem é uma metamorfose ambulante como dizia Raul, em certos momentos, mudamos tanto, sonhamos tanto q chegamos a nem lembrar de qm éramos... ou de quem sonhavámos ser.

Beijos

Valéria Sorohan disse...

A vida e o seu ritmo.

BeijooO*

Laura disse...

Gostei desse seu lado poeta.